domingo, 10 de novembro de 2013


As redes online, não só de educação ambiental, são mais uma ferramenta para a interconexão de pessoas interessadas num mesmo tema ou projeto. Dessa forma, os iguais se encontram e partilham experiências, avançando num processo sobre qualquer temática abordada. Na questão da Educação Ambiental, vejo com muito bons olhos essas redes, pois além da troca de informações possível e bem organizada, são divulgados nesses sites alguns cursos, palestras, encontros, congressos, simpósios, etc, sobre educação ambiental, regionalizando, orientando e convidando todas as pessoas interessadas na questão, para uma atualização e apreciação sobre assuntos relacionados, que na verdade dizem respeito a todos os cidadãos das sociedade.          

Cardápio das redes
www.redeambiente.org.br/
www.reasul.org.br/
www.uefs.br/rupea/
www.uepg.br/nucleam/reapr/
reapunesptupa.blogspot.com/
www.redeceas.esalq.usp.br/
  
Atividade 3.2 - Caindo na Rede


Universidade Federal de Lavras -
Programa de Especialização em Educação Ambiental
Educação Ambiental na Diversidade




















As potencialidades da transversalidade da Educação Ambiental




André Tavares Gonçalves

















Lavras
2013


1 Introdução


Após a perda na qualidade de vida na década de 60, ocasionada, em grande parte, pela degradação ambiental, em que o mundo presenciou uma série de desastres ambientais, causando uma grande inquietação na sociedade e um descontentamento com o descuido industrial, surgiram autores que ficaram conhecidos como parte do movimento preservacionista, e então, alguns anos após, a ONU decidiu intervir em todo esse sistema social industrial. Com isso, vieram novas legislações, sistemas industriais inovadores, em respeito às abordagens ambientais, conscientização de parcelas da sociedade, e a inclusão da educação ambiental como matéria transversal na educação ambiental, ou seja, enquanto as outras matérias estabelecem uma ideia de paralelismo uma com a outra, não dependendo e não abordando os conteúdos umas das outras, a Educação Ambiental vem numa análise transversal, ou seja, passando por todas as matérias, mas não sendo uma matéria pré-requisito para aprovação, propriamente dita. Essa questão pode ter lados positivos e negativos, e realmente é tema de várias discussões a respeito, onde alguns estudiosos defendem o atual processo e outros deixam claro que preferiam que a matéria de Educação Ambiental fosse pré-requisito e paralelas às outras.


2 Apresentação Comentada das Experiências


Partindo-se do ponto em que estamos, e analisando a trajetória percebemos que ainda estamos nas primeiras décadas de tentativas de conscientização por parte da sociedade, e que o tema de educação ambiental é tratado com descaso em muitas regiões, assim como outros temas transversais, como sexo, transporte, respeito. Porém, não podemos deixar de valorizar os avanços alcançados e perceber que, cada vez mais, as pessoas estão começando a se preocupar e pelo menos a conhecer essa matéria, que é tão aplicada na prática e traz benefício para todas as pessoas. Comparativamente à Educação Ambiental, analisando alguns artigos acadêmicos, percebi o quanto existem vertentes de pesquisa que estudam concomitantemente Ética e Educação Ambiental. Sempre soube que essas duas análises andavam juntas, mas por mais que estabelecemos essa visão de senso comum, não dimensionamos como isso pode ser um estudo científico-acadêmico, como os estudos de Mario Grun (1996). O autor discorre sobre a dimensão ética da educação ambiental e percebe-se o quanto é necessário uma para a efetivação da outra. Para uma pessoa ser educada ambientalmente, é necessário que ela seja, antes disso, uma pessoa ética.
            Outrossim, a legislação sobre o tema e a constante atualização formam a estrutura para todos os envolvidos no processo estabeleçam critérios de condutas éticos e ambientais,
Cumprindo as sanções jurídicas previstas caso não ocorra a relação dessas pessoas com a lei.
            Dos 5 anos de docência, participei de alguns projetos, a maioria da rede privada de ensino e elaborei alguns também. Vou citar aqui os dois últimos, sendo que um foi no ensino básico regular de uma escola particular em que leciono Álgebra e Geometria e o outro foi dos alunos que estavam formando no curso técnico em Segurança do Trabalho, onde lecionei Estatística no Senac. Na rede privada foi um projeto em parceria com o Centro Universitário de Sete Lagoas, que visava a Educação Ambiental, com campanhas de reciclagem, limpeza e fechava com uma gincana valendo prêmios e pontos. Na escola participaram o 9º ano do Ensino Fundamental II, a 1ª e 2ª série do Ensino Médio e os professores  orientaram, exemplificaram e auxiliaram durante todo o process. Na gincana, a soma de arrecadação da escola se deu em torno de mais de uma tonelada de lixo reciclável e óleo utilizado para produção de sabão. Os alunos se envolveram bastante e percebemos alguma conscientização ambiental a partir desse projeto. 
No Senac elaborei 5 trabalhos de diferentes áreas, abordando situações reais e exigindo uma elaboração de artigo de acordo com as normas ABNT, estruturação e pesquisa com análise estatística, com alguma vertente ambiental ou citações de ISO. Já na elaboração dos trabalhos, fiquei surpreso com o empenho, dedicação e resultados dos alunos. Os temas eram Micro empresa, Situação de Acidentes em empresas, Instituições Escolares de nível técnico, Empresas S/A e situação cotidiana, em que nesta última os alunos analisaram as contas telefônicas de algumas famílias, para interpretar estatisticamente e inferir situações de preservação ambiental. Finalmente, nas apresentações cheguei a ficar emocionado com o resultado mais do que surpreendente e satisfatório. Até alguns paradigmas de senso comum foram quebrados nessa pesquisa, demonstrando a importância de um estudo estatístico e da Educação Ambiental, bem como a abordagem ética.


3 Conclusão


             Penso que se faz necessário esforçarmos um pouco mais como docentes, procurar uma motivação no olhos de uma criança, adolescente ou até adulto, sempre na forma de discente, e fazer com que isso nos dê alimento para pensarmos em propostas inovadoras, éticas, ambientalmente educadoras e promissoras num processo de futuro próximo. Só assim para abraçarmos com eficácia a verdadeira Educação Ambiental, que vem sendo tratada com descaso em muitas escolas e por muitos profissionais da educação. É um fato triste, mas é a realidade. Não precisamos ir muito longe ou pesquisar em vários artigos sobre o tema, pois geralmente essa desvalorização da matéria educação ambiental, nessa abordagem transversal, é deixada de lado, já que não é tão mensurável como as outras, apesar de ser tanto ou até mais importante do que as outras.


4 Referências


GRUN, Mario. Ética e educação ambiental: a conexão necessária. Campinas, SP: Papirus, 1996.

EDUCAÇÃO ambiental: projeto de divulgação de informações sobre educação ambiental. Brasilia: MEC: Ibama, 1991.

5 Endereço do blog

http://profandresetelagoas.blogspot.com.br/

domingo, 6 de outubro de 2013

Análise da Conservação da Biodiversidade

Na matéria de Tendências Pedagógicas da Educação Ambiental, foram lidos dois artigos. O primeiro artigo se inicia explicando sobre a história da conservação ambiental, discorrendo sobre a definição de populações tradicionais, e abordando aspectos ambientais e processos de recuperação e/ou manutenção desses sistemas.

O segundo trata da interferência do homem no meio ambiente, muitas vezes sendo negativa, mesmo vindo das populações tradicionais que vivem em regiões protegidas e até mesmo os indígenas. Vale ressaltar sobre política no sentido de que falta um processo de melhoria ambiental.
É necessário encontrar um equilíbrio entre as áreas protegidas, as populações tradicionais e indígenas e manutenção da biodiversidade existente.

A centralização dos dois artigos sobre as populações tradicionais e como é a interação destas com o meio ambiente nos faz refletir sobre quais as políticas públicas são aplicáveis a este processo e o que pode ser feito para conservar a biodiversidade.

Num dos artigos citados na primeira leitura, Alexandre Aleixo indaga:

Qual desses dois cenários é o mais correto?

Devemos esperar extinções em massa entre espécies de aves da Mata Atlântica no futuro ou  essa expectativa não é justificada em função da adaptabilidade da avifauna à perturbações naturais de grande escala ?

Algo precisa ser mudado, algo precisa ser feito e deve partir, inicialmente dos governantes, com abrangência posterior de todos os cidadãos, urbanos ou rurais, tradicionais ou indígenas.
Conforme o Ministério do Meio Ambiente, através de seu site, a biodiversidade é a exuberância da vida na Terra – num ciclo aparentemente interminável de vida, morte e transformação.

A biodiversidade é você; a biodiversidade é o mundo; você é o mundo. Seu corpo contém  mais de 100 trilhões de células e está conectado ao planeta por um sistema complexo, infinito e quase insondável: você compartilha átomos com tudo o que existe no mundo ao seu redor.

Precisamos viver em sintonia com o mundo, para continuarmos vivendo.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013


http://www.slideshare.net/andretavares37017/modelo-trabalho-2-ano-probabilidade


Modelo de Trabalho de acordo com as regras da ABNT...

orientador no trabalho dos alunos 

Vídeo A História das Coisas

http://www.youtube.com/watch?v=7qFiGMSnNjw
Vídeo interessantíssimo sobre Economia, Capitalismo, Educação Ambiental, Política, Administração, História, e várias outras informações....Sugerido na Especialização em Educação Ambiental da UFLA que estou cursando, teve um feedback muito bom dos meus alunos de Administração, Economia e Estatística do técnico no Senac...